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Eles não só alugam histórias, vivem dentro delas, rebobinam, comentam e às vezes até discordam no meio do caminho. Aqui, cada indicação vem com memória, contexto e um pouco de obsessão por cinema, feita pra quem ama cinema de verdade. Entre uma indicação sincera, uma teoria improvisada e aquela vontade de te fazer voltar pra pegar “só mais um”, o balcão nunca fica em silêncio.

O cara que vai te indicar um filme francês antes de qualquer outra coisa...

36 anos, formado em economia, mas às vezes desvia do caminho quando percebe que números não explicam o que um bom filme faz com a gente.

Apaixonado por cinema, mas não só pelos filmes. Igor mergulha nos movimentos cinematográficos, nas viradas de linguagem, nos contextos históricos… ele não assiste cinema, ele estuda, conecta e devolve pra você em forma de conversa.

Se você der corda, sai da locadora sabendo mais do que entrou, e talvez com três filmes a mais do que planejava.

A balconista que dá chance pra tudo e curiosidade nunca falta.

Formada em Cinema e Audiovisual, com pós-graduação em Semiótica e Linguagens Visuais.

Costuma dizer que vive com “uma sede insaciável por imagens e um desejo interminável de descobertas”, e isso aparece nas escolhas que faz e nas conversas que puxa no balcão.

Suas indicações passam por diferentes estilos, e se você quiser ir além do óbvio, ela provavelmente vai ter um filme certo pra isso.

O cara que te indica um terror obscuro às 22h59, quando a locadora tá fechando.

38 anos. Doutor em Ciências Sociais, professor de sociologia no IFRN e aquele tipo de mente que vê mais subtexto do que o diretor talvez tenha planejado. Também transita entre aulas de “Design de Personagem” e “Roteiro”.

Tem um fraco (ou uma obsessão) por cinema de horror, daqueles que não só assustam, mas ficam te encarando depois que a TV é desligada. Vive em busca daquele filme que prova que a criatividade ainda pode ir mais longe… e geralmente acha.